Fonte: www.biblioteca.radiobomespirito.com/ Acesso em 20/07/2013
sábado, 20 de julho de 2013
sábado, 13 de julho de 2013
MODAIS DE TRANSPORTE
Em logística os modais
básicos de transporte são rodovias, ferrovias, aerovias, hidrovias e dutos. A
escolha de cada modal reflete na condição e necessidade específica sobre o
material a ser distribuído, o ritmo de distribuição e o custo logístico.
Rodovia: O transporte
rodoviário oferece rotas de curta distância de produtos acabados ou
semi-acabados. As vantagens do uso de caminhões nas estradas são:
* O serviço porta a porta;
* Frequência e
disponibilidade dos serviços;
* Velocidade;
* No mercado de pequenas
cargas é mais competitivo em comparação ao ferroviário.
Ferrovia: O transporte
ferroviário é lento, muito utilizado para transportar matérias-primas e
manufaturados de baixo valor para longas distâncias. Comparado ao rodoviário,
oferece fretes mais baratos e desempenho inferior. No modal ferroviário há o
estoque em trânsito, onde o tempo de viagem é considerado período de estoque.
No Brasil, após a privatização, duas empresas dominam o transporte ferroviário,
a MRS e ALL.
Aeroviário: A grande
característica do aeroviário é a alta taxa de frete e as dimensões físicas dos
porões de carga dos aviões. Transporta itens com pouco volume e alto valor
agregado como eletrônicos, instrumentos óticos e materiais frágeis. A grande
vantagem do aeroviário é a velocidade em grandes distâncias. A variabilidade é
baixa no quesito confiabilidade.
Hidrovia: Exige a utilização
de outro modal auxiliar de transporte combinadamente; é mais lento que a
ferrovia, sofre forte influência das condições meteorológicas e necessita de
margens navegáveis. Transporta principalmente granéis como carvão, minérios,
cascalho, areia, petróleo, ferro, grãos, entre outros. Trabalha com itens de
baixo valor agregado e não perecível.
Dutos: Utilizado em
movimentos de petróleo, derivados e gás. Custo baixo de movimentação, oferece
linha de produto limitada.
No gráfico acima é possível
verificar a participação de cada modal no transporte de cargas no Brasil sendo
notório a supremacia do transporte rodoviário.
Fonte: http://www.infoescola.com. Acesso em
13/07/2013
quinta-feira, 6 de junho de 2013
Passado de discórdias para a Ponta do Coral
A área sempre foi alvo de
disputas entre empresários, políticos e ambientalistas. A recente polêmica que
envolve a Ponta do Coral é apenas mais um capítulo de um passado cheio de casos
controversos.
Século 18: A Ponta do Coral, também
conhecida como Ponta do Recife, era um ponto de vigia do sistema de defesa da
Ilha.
Final da década de 1920: Empresa norte-americana
Standard Oil deixou a região central de Florianópolis, onde já funcionava, em
busca de um novo local para instalar os depósitos de combustíveis. A Ponta do
Coral foi escolhida e, em 1929, começou a armazenar e distribuir óleo no local.
1940: Um abrigo de menores (que
mais tarde viria a se tornar Fucabem e, depois, a se chamar Educandário 25 de
Novembro) foi inaugurado no local, com a presença do presidente da República,
Getúlio Vargas. Também passou a ser utilizada como área de lazer pelos internos
e pela comunidade do entorno.
1959: O governo do Estado comprou
oficialmente a área da Standard Oil. A partir daí, tiveram início as
especulações imobiliárias no local, que acentuaram no fim da década de 70.
1980 - 30 de março: O prédio do abrigo de
menores foi destruído por um incêndio. A maior parte das 400 crianças que
morava na instituição participava de um evento no aterro da Baía Sul e precisou
ser transferida às pressas para outros locais. Semanas depois, o laudo
elaborado pela polícia apurou que o fogo foi provocado de forma intencional,
por material inflamável. Ninguém nunca foi preso.
- 29 de junho: O então governado Jorge
Bornhausen decretou a venda do terreno. A justificativa: precisava de dinheiro
para construir um novo abrigo, em Palhoça. A venda foi contestada, uma vez que
precisaria de aprovação da Assembleia Legislativa (conforme previsto pela Constituição
Estadual em vigor na época), o que não ocorreu. A atitude provocou revolta na
sociedade, que passou a protestar considerando a venda um ato nulo.
- 17 de novembro: O processo licitatório
chegou ao fim e foi avaliado. Quatro empresas haviam se candidatado à compra: O
Iate Clube de Florianópolis, a Sociedade Nacional de Construções (SNAC), a
Kobrasol Empreendimentos Imobiliários e a Nova Próspera Mineração, de Criciúma,
que acabou vencendo o pleito por oferecer o valor mais alto e ser a única disposta
a fazer o pagamento à vista - algo, hoje, em torno de R$ 4,1 milhões.
1981: o novo proprietário, o
empresário de mineração Realdo Santos Guglielmi, propôs a construção de um
hotel cinco estrelas no local. Mas o projeto foi barrado pela Fatma, pela Capitania
dos Portos e por manifestações públicas. Ele desistiu da proposta e pôs o
terreno à venda, mas não houve interessados. A Ponta do Coral entrou, então, no
processo de abandono que permanece até hoje.
1991: Realdo resolveu adquirir
novas minas de carvão mineral, equipamentos e instalações da Companhia
Siderúrgica Nacional (CSN) a partir de um empréstimo de 4 bilhões de Cruzeiros.
Para fazer o pagamento, não tirou dinheiro do bolso. Ele pegou um empréstimo
com a própria CSN e, como garantia, entregou a Ponta do Coral, que até hoje não
foi recuperada. O empresário morreu e
não conseguiu resolver as pendências do local. O terreno hoje está em nome da
viúva, Maria Bernadette Pinho Moreira Guglielmi, irmã do atual vice-governador
Eduardo Pinho Moreira.
2000: O vereador Mauro Passos
sugere um projeto de lei para transformar o local em área verde de lazer. Nos
dois anos seguintes, ele estudou a área, reuniu seu histórico e buscou
pareceres técnicos de vistorias da Floram, do Ipuf e da prefeita Angela Amin,
simpatizante do projeto e disposta a desapropriar a área. Na primeira votação,
em dezembro de 2002, o projeto foi aprovado por unanimidade. Deveria seguir,
então, para a segunda votação em até 30 dias, conforme prevê o regimento interno
da Câmara de Vereadores. Porém, neste mesmo ano,
Passos disputara as eleições estaduais e, em 2003, assumiu como deputado
federal e deixou de acompanhar o próprio projeto.
2005: Três anos depois da
aprovação do projeto de Passos, o projeto reapareceu, mas ganhou um novo rumo:
invés de área verde, o projeto transformava a Ponta do Coral em espaço
turístico com permissão de aterro. A lei, de autoria do vereador Jaime Tonello,
foi aprovada e sancionada pelo já então prefeito Dário Berger. Mais uma vez, a
legislação foi considerada inconstitucional pela Secretaria de Patrimônio da
União (SPU).
2008: A família Guglielmi
oficializa a parceria com a Hantei, que se comprometera a quitar a dívida do
empréstimo com a CSN e recuperar o terreno, caso conseguisse a aprovação para
construir o hotel.
2012: Baseado na lei complementar
de 2005, Dário deu a entrada a um processo de pedido de aterro para a Ponta do
Coral junto à SPU, responsável pela área que envolve o mar. Mas deixou o
Executivo com a principal batalha pela metade: o processo que tiraria o
empreendimento do papel não havia chegado ao fim.
2013: Com a chegada de Cesar Souza
Júnior ao governo, os planos mudaram. Em março, antes mesmo que a SPU pudesse
procurá-lo, Cesar alegou falta de interesse na continuidade do processo. O pedido
de aterro, então, foi oficialmente arquivado no último dia 7 de maio.
Fonte: www.clicrbs.com.br.
Acesso em 04/06/2013
terça-feira, 4 de junho de 2013
segunda-feira, 1 de abril de 2013
Fitofisionomias da Mata Atlântica
O Brasil é o país da biodiversidade. A característica principal de nossas florestas é o altíssimo número de espécies de fauna e flora que, ao longo dos séculos vem fascinando naturalistas, pesquisadores e, mais recentemente também os ecoturistas. A Mata Atlântica não foge à regra. Não é uma, são muitas florestas que compõe um grande mosaico florestal. A essas diferentes matas associam-se outros ecossistemas, criando uma cadeia de vida com muitas e diferentes interações, o Domínio Mata Atlântica.
No mapa abaixo você pode ver a distribuição dos vários ecossistemas (fitofisionomias) que compõem o Bioma Mata Atlântica.
www.rbma.org.br/anuario/mata_02_eco__ssistema.asp
Floresta Ombrófila Densa - mata perenifólia (sempre verde), com dossel ("teto" da floresta) de até 15m, com árvores emergentes de até 40m de altura. Densa vegetação arbustiva, composta por samambaias arborescentes, bromélias e palmeiras. As trepadeiras e epífitas (bromélias, orquídeas) cactos, samambaias, etc, também são muito abundantes. Nas áreas mais úmidas, às vezes temporariamente encharcadas, antes da degradação pelo homem, ocorriam figueiras, jerivás (palmeira) e palmitos (Euterpe edulis).
Floresta Ombrófila Aberta - é considerada um tipo de transição da floresta ombrófila densa, ocorrendo em ambientes com características climáticas mais secas.
Floresta Ombrófila Mista - conhecida como mata de araucária, pois o Pinheiro do Paraná (Araucaria anguistifolia) constitui o andar superior da floresta, com subosque bastante denso. Antes da interferência antrópica esta formação ocorria nas regiões de clima subtropical, principalmente nos planaltos do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, e em maciços descontínuos, nas partes mais elevadas de São Paulo, Rio de Janeiro e Sul de Minas Gerais (Serras de Paranapiacaba, da Mantiqueira e da Bocaina).
Floresta Estacional (Decidual e Semidecidual) - mata com árvores de 25 e 30m, com a presença de espécies decíduas (derrubam folhas durante o inverno mais frio e seco), com considerável ocorrência de epífitas e samambaias nos locais mais úmidos, e grande quantidade de cipós (trepadeiras). Ocorriam antes da degradação pelo homem, a leste das florestas ombrófilas da encosta atlântica, entrando pelo Planalto Brasileiro até as margens do rio Paraná. O Parque Estadual do Morro do Diabo protege este tipo de floresta.
Manguezais - formação que ocorre ao longo dos estuários, em função da água salobra produzida pelo encontro da água doce dos rios com a do mar. É uma vegetação muito característica, pois o manguezal tem apenas sete espécies de árvores - menos de 1% das registradas na mata atlântica -, mas abriga uma diversidade de microalgas pelo menos dez vezes maior. Essa floresta invisível, revelam pesquisadores da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), é capaz de ocupar, com cerca de 200 mil representantes, um único centímetro quadrado de raiz de mangue.
Restinga - ocupa grandes extensões do litoral, sobre dunas e planícies costeiras. Inicia-se junto a praia, com gramíneas e vegetação rasteira, e torna-se gradativamente mais variada e desenvolvida à medida que avança para o interior, podendo também apresentar brejos com densa vegetação aquática. Abriga muitos cactos, orquídeas e bromélias. Esta formação encontra-se hoje muito devastada pela urbanização.
Brejos de Altitude - São áreas de clima diferenciado no interior do semi-árido, também conhecidas regionalmente como "serras úmidas", por ocuparem primitivamente a maior parte dos tabuleiros e das encostas orientais do nordeste.
Campos - Ocorrem em elevações superiores a 180 metros e em linhas de cumeadas localizadas. A vegetação característica é formada por comunidades de gramíneas, em certos lugares interrompidas por pequenas charnecas. Freqüentemente nas maiores altitudes ocorrem topos planos ou picos rochosos.
No Brasil a Mata Atlântica ocorre em 17 estados e em cerca de 3400 municípios. Três estados (RJ, ES, SC) estão integralmente incluídos no Domínio da Mata Atlântica.
<www.rbma.org.br/anuario/mata_02_estados.asp>
Fonte: www.rbma.org.br. Acesso em 01/04/2013
www.portalsaofrancisco.com.br. Acesso em 01/04/2013
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